Poemas

ASTRO

 

Que brilho é este lá fora,

Aquecendo o teu coração?

Que diz o astro nesta linguagem sanguínea,

Quente expressão a tangenciar

O topo dos edifícios

E a descer,

Num se deixar ir sem igual?

Emoldura agora duas construções.

Meia. Um quarto. Pequena lâmpada.

Dois pontos. Um.

Deixou uma atmosfera avermelhada

No caminho. Não há monotonia

Na repetição diária. Nascer,

Percorrer o céu, morrer.

O róseo se mistura com o azul,

O verde que restou

E o cinzento das construções

Humanas.

Da janela de um escritório

Ainda é possível ver um por- de - sol

Contrastando com a vegetação sufocada

E as contidas emoções

Das minúsculas criaturas que perambulam

Por aqui.

Escrito por:  Nagib Anderáos Neto
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