O Bom Combate

O Bom Combate

 

Não se tem o direito de destruir o sonho de ninguém, atacar suas crenças e convicções. Cada qual tem aqui suas ideias, uma história, um papel. Se a nós pode parecer pobre o que não tem o nosso entendimento, aquele pode nos ver da mesma forma. Respeitemos quem, em suas boas intenções, busque fazer o bem, dar o melhor de si.

Cada ser humano é um aluno nesta grande escola, o mundo, e deve ser respeitado em seu caminho evolutivo.

Só não merece respeito o impostor, o mentiroso, mal-intencionado, corrupto, enganador; este deve ser combatido, pois representa um pensamento opressor, o qual causa sofrimento e dor aos de boa-fé. Neste caso, a indiferença pode ser considerada uma doença. Se deixarmos passar a oportunidade de fazer o bem, combatendo o enganador, fazemos o mal.

Embora seja curto o tempo na vida na Terra, ele pode ser ampliado, pelo que sejamos capazes de realizar por nós e os semelhantes. Um sem-número de oportunidades surgem no decorrer dela. Se estivermos atentos, seremos capazes de identificá-los e aproveitá-los.

O bom combate é o que travamos contra nossas limitações, e a ajuda que possamos prestar, neste sentido, aos semelhantes.

Como bem disse o pensador Gonzáles Pecotche, “a vida do homem na Terra é de incalculável valor para a existência que o anima.

“Convém que a vida se expanda na vida dos demais; que, enquanto o ser existir, exista também parte de sua vida na dos semelhantes; assim, quando deixar o mundo, seguirá vivendo nele, e isto, justamente, é o que o ajudará a elevar-se mais rapidamente e a regressar depois. No transcurso das gerações vão se cumprindo as etapas de vida física, e quanto mais a vida do ser se tenha estendido nas obras, no exemplo e em tudo o que tenha sido capaz de criar infundindo vida, tanto mais contribuirá isso para identificar a si mesmo em seu regresso.”